Queria agradecer por terem visitado meu blog novamente.

Espero poder estar aqui toda semana para atualizar!

Estou de férias..mas acho que vou voltar às aulas mais cansada do que nunca!

Um bom final de semana a todos!

Beijos de chocolate!Beijo

 



Escrito por Gê às 21h51
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Meu Deus.. quanto tempo não passo por aqui.

Já estamos em 2009. Quanto tempo este blog permaneceu abandonado?

Muito tempo!!!

Agora Ano Novo, mesma vida (:P) e retomada do blog.

Espero que esse novo ano traga muita saúde e alegria para todos nós.

Beijo grande!



Escrito por Gê às 00h39
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Voltei...

 

 

 



Escrito por Gê às 23h35
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...



Escrito por Gê às 22h31
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Ihhh que felicidade!!!

Recebi a indicação de Blog Solidário de minha amiga Belatrix.

Muito obrigada querida. Seu espaço é maravilhoso.

Volte sempre e até mais.

 

Meus indicados:

 

Blog My Cat Blog.

Blog Bar da Ruiva.

Blog Cadinho RoCo.

Blog Belatrix.

Blog Depósito de Neuras.

 

 

Bom final de semana à todoss.

 

bjs!!!

 



Escrito por Gê às 12h30
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Eu guardo em mim

dois corações

um que é do mar

um das paixões

um canto doce

um cheiro de temporal

eu guardo em mim

um deus, um louco, um santo

um bem e um mal.

 

Ando tão ocupada que foi necessário o MY CAT BLOG me dizer que o blog já tinha feito um aninho. E pra variar eu nem dei conta disso pra fazer um post de aniversário do blog.

Queria agradecer  a visita de todos os amigos e dos novos amigos também.Rsrsrs..

Uma maravilhosa semana...

Mil bjs !!!


 

 

 



Escrito por Gê às 22h22
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.Pensamentos.

 

"Você pode pensar muitas coisas. Pode achar que nada supera o capitalismo, ou ter certeza que o comunismo é a única saída.
Você pode pensar que existem vários deuses, um, nenhum, ou que eles eram astronautas.
Você pode ter várias teorias da conspiração, pode saber quem matou Kennedy, acreditar que a viagem a lua foi uma grande farsa, ou que Elvis está vivo.
Você pode pensar que a televisão é mais um eletrodoméstico na sua vida ou que é uma das maiores invenções da humanidade.
Você pode pensar muitas coisas, a única coisa que você não pode fazer é não pensar.
Futura, o canal que liga você."

 

 

A propaganda perfeita!!!  

 



Escrito por Gê às 23h28
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E se a saúde não for mercadoria???

 

 

Um olhar sobre a ação internacional da medicina cubana. Ao oferecer 
tratamento gratuito de excelência a milhares de pacientes em todo o mundo, 
ela demonstra que é viável garantir a todos o direito aos bens e serviços 
necessários a uma vida digna
 
Hernando Calvo Ospina
 
Fim de agosto de 2005... O furacão “Katrina” devasta o sul dos Estados 
Unidos. Após constatar a amplitude da catástrofe, a governadora da 
Louisiânia, Kathleen Babineaux, lança um apelo à comunidade internacional 
pedindo ajuda médica urgente. Imediatamente o governo cubano responde, 
propondo enviar a Nova Orleans, e também ao Mississipi e ao Alabama, estados 
igualmente afetados pelo ciclone, sob a forma de ajuda humanitária e num 
prazo máximo de 48 horas, um contingente de 1.600 médicos especializados 
para intervir nesse tipo de catástrofe. Eles se encarregariam de levar todo 
o equipamento necessário e 36 toneladas de medicamentos. Mas a proposta, bem 
como uma outra, feita diretamente ao presidente George W. Bush, ficou sem 
resposta. Mais de 1.800 pessoas, sobretudo pobres, morreram, por falta de 
ajuda e cuidados.
 
Esse drama estava ainda próximo quando, em 8 de outubro de 2005, o Paquistão 
sofreu, na região da Caxemira, um dos piores tremores de terra da sua 
história. As conseqüências humanas e sanitárias foram dramáticas, sobretudo 
nas zonas mais pobres e isoladas do norte do país. Em 15 de outubro, chegou 
o primeiro contingente de 200 médicos cubanos socorristas, com várias 
toneladas de equipamento. Alguns dias depois, Havana mandou o material 
necessário para montar e equipar trinta hospitais de campanha nas zonas de 
montanha. A maior parte delas jamais havia recebido a visita de um médico. 
Muitos habitantes descobriram a existência de um país chamado Cuba.
 
Para não contrariar a tradição do país muçulmano, as cubanas – 44% dos quase 
3.000 médicos deslocados ao Paquistão até maio de 2006 – esconderam seus 
cabelos sob um lenço. Em pouco tempo, estabeleceu-se um acordo: muitos 
paquistaneses aceitaram que esposa e filha fossem cuidadas por um homem. No 
final de abril de 2006, pouco antes da partida, a equipe médica cubana havia 
tratado de um milhão e meio de pessoas, principalmente mulheres, e feito 
cerca de 13 mil intervenções cirúrgicas. Apenas alguns doentes atingidos por 
traumatismos muito complexos foram transportados a Havana. O presidente 
Pervez Musharraf, grande aliado dos Estados Unidos e amigo de Bush, agradece 
oficialmente as autoridades de Havana e reconhece que a ajuda deste pequeno 
país antilhano foi a mais importante de todas as recebidos por ocasião desta 
catástrofe.
Mais de 100 mil médicos, desde 1963
 
A primeira brigada médica internacional cubana foi formada em 1963, em 
missão à Argélia independente, para onde se dirigiram 58 médicos e técnicos. 
Em 1998, o governo cubano começou a estruturar ajuda médica em massa às 
populações de países pobres atingidos por catástrofes naturais. Após a 
passagem dos ciclones "George" e "Mitch" pela América Central e Caribe, 
Havana ofereceu médicos e enfermeiros para trabalhar no âmbito dos 
"Programas Integrais de Saúde". República Dominicana, Honduras, Guatemala, 
Nicarágua, Haiti e Belize aceitaram a ajuda.
 
No Haiti, onde a população pobre convive com uma crônica falta de cuidados 
médicos, Cuba ofereceu enviar uma ajuda médica em massa. Em 1998, Havana 
propôs ao governo francês, antiga potência colonial, uma espécie de 
associação humanitária para ajudar a população haitiana. Mas Paris não 
respondeu e decidiu apenas em 2004 enviar tropas... Cuba enviou médicos – 
2.500 sucederam-se desde 1998 – e toneladas de medicamentos que a economia 
frágil lhe permite.
 
(Continua...)


Escrito por Gê às 21h45
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A eficácia e a gratuidade da ajuda e o fato desses novos "médicos de pés 
descalços" atenderem nas zonas onde seus colegas locais se recusam ir 
(devido à pobreza da "clientela", à insegurança, ou à dificuldade de 
acesso...), fizeram com que outros países, principalmente da África, 
procurassem os benefícios do programa. O pessoal de saúde cubano é pago por 
seu próprio governo.
 
De 1963 a 2005, mais de 100 mil médicos e técnicos de saúde prestaram 
serviço em 97 países, sobretudo da África e da América Latina [1]. Em março 
de 2006, 25 mil profissionais encontravam-se espalhados por 68 nações. Um 
serviço que nem mesmo a Organização Mundial de Saúde (OMS) pode assegurar. 
Os Médicos sem Fronteiras despacharam 2.040 médicos e enfermeiros ao 
exterior em 2003 e 2.290, em 2004 [2]. A esses dados acrescentam-se os 
cuidados realizados no próprio território cubano, onde freqüentemente são 
encaminhados os pacientes muito graves de alguns vários países. Em Havana, 
por exemplo, foi tratada Kim Phuc, a menina cuja fotografia de Nick Ut 
abalou o mundo: ela correndo nua sobre uma estrada do Vietnã, a pele 
queimada pelos bombardeios de napalm realizados pelo exército 
norte-americano. Cuba recebeu, entre crianças e adultos, mais de 19 mil 
pessoas, vindas das três repúblicas soviéticas tocadas pelo acidente nuclear 
de Chernobil, em 1986.
 
Aproveitando a experiência na prevenção da AIDS (o índice de contágio pelo 
vírus HIV é 0,09% frente a 0,6% nos Estados Unidos, por exemplo), Cuba 
ofereceu, durante a sessão extraordinária da Assembléia Geral da ONU sobre o 
assunto, em julho de 2001, “médicos, pedagogos, psicólogos e outros 
especialistas necessários para aconselhar e colaborar nas campanhas de 
prevenção da AIDS e outras doenças. Os equipamentos e kits de diagnósticos 
necessários para programas básicos de prevenção da AIDS, além do tratamento 
anti-retroviral para 30 mil doentes...” E para que o projeto fosse adotado 
“seria apenas necessário que a comunidade internacional se encarregasse das 
matérias-primas para os medicamentos. Cuba não obteria nenhum lucro e 
forneceria até mesmo os salários do seu pessoal”.
Levar atendimento a quem não pode pagar
 
A proposta não foi aceita. Mas oito países da África e seis da América 
Latina beneficiaram-se do projeto "Intervenção Educativa sobre HIV/AIDS", 
que permitiu a divulgação do programa no rádio e na televisão, bem como 
possibilitou que mais de 200 mil doentes pudessem ser tratados e mais de 
meio milhão de trabalhadores saúde se formassem.
 
Atualmente, alguns dos 14 mil médicos cubanos operam em barrios (bairros 
desfavorecidos) da Venezuela. Caracas e Havana puseram na rua a Operación 
Milagro (milagre), que permitiu, nos dez primeiros meses de 2005, devolver a 
visão, gratuitamente, a quase 80 mil venezuelanos, muitos deles vítimas da 
catarata ou do glaucoma. Nenhum pagou nada, apesar de terem sido 
transferidos a Cuba para serem operados [3]. O programa beneficou mais 
amplamente os latino-americanos e caribenhos com cegueira e outras 
deficiências oculares. A Venezuela fez o financiamento e Cuba trouxe os 
especialistas, o material operacional e a infra-estrutura para os cuidados 
aos pacientes durante o tratamento em Cuba.
 
Até hoje, nenhum governo, nenhuma entidade privada ou organismo 
internacional havia estruturado um programa médico mundial de tal amplitude, 
capaz de dar uma resposta em grande escala às pessoas necessitadas de 
cuidados. No âmbito da Operación Milagro está previsto operar olhos de cerca 
de um milhão de pessoas por ano.
 
 
(Continua...)


Escrito por Gê às 21h39
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Em dezembro de 2005, algumas horas antes de tomar posse o novo presidente 
boliviano, Evo Morales, assinou com Havana o seu primeiro acordo 
internacional, justamente o que cria uma unidade cubano-boliviana para 
cuidados oftalmológicos gratuitos. Além disso, o Instituto Nacional de 
Oftalmologia de la Paz, recentemente equipado por Cuba, contará com um 
centro médico nas cidades de Cochabamba e Santa Cruz. Os jovens médicos 
bolivianos que acabam de obter o diploma na Escola Latino-Americana de 
Medicina (ELAM) participarão do programa.
 
A escola foi inaugurada em 1998, quando Cuba começava a enviar médicos ao 
Caribe e América Central. Situada em uma antiga base naval, na periferia de 
Havana, forma jovens que provêm de famílias pobres de todo o continente 
americano (incluindo os Estados Unidos) e uma centena de estudantes 
africanos, árabes, asiáticos e mesmo europeus. As 21 faculdades de medicina 
de que Cuba dispõe participam dessa formação. Em julho de 2005, os primeiros 
1.610 estudantes latino-americanos receberam o diploma. Cada ano, cerca de 2 
mil jovens freqüentam a escola. Formação, alimentação, alojamento, assim 
como os elementos para a prática são garantidos gratuitamente a todos eles. 
Em troca, devem comprometer-se a voltar ao lugar de onde partiram para 
tratar dos seus compatriotas. [4]
Os “donos” da Medicina se opõem...
 
Movidas por considerações ideológicas, as ordens dos médicos e 
oftalmologistas de vários países lançaram campanhas contra a iniciativa. A 
revista do Conselho Argentino de Oftalmologia, por exemplo, insurge-se 
contra oftalmologistas cubanos: "não sabemos se são médicos" [5]. O conselho 
anunciou que vai "começar as diligências" com organizações 
não-governamentais (ONGs) humanitárias para financiar um programa 
semelhante.
 
Na Nicarágua (quando o presidente Arnoldo Alemán, apesar da amplitude do 
desastre provocado pelo furacão "Mitch", recusou, num primeiro momento, sua 
presença), na Venezuela (desde 2002) e na Bolívia (atualmente), médicos 
ligados aos setores conservadores caem em cima dos “médicos de pés 
descalços”. Concebem a medicina como um comércio entre populações que podem 
pagar. Recusam-se a entrar nas "favelas". Acusam os colegas cubanos de 
"incompetência", "exercício ilegal da medicina", "concorrência desleal"... 
Em abril de 2005, uma decisão judicial do Estado brasileiro de Tocantins 
obrigou 96 médicos cubanos que tratavam de indigentes a voltar para casa. Em 
desacordo com a decisão, o governador do Estado pôde apenas "reconhecer a 
coragem profissional dos médicos, que foram muito bem recebidos aqui e a 
quem devemos agradecer".
 
Os protestos e as pressões políticas das ordens de médicos aumentam à medida 
que cresce o número de jovens diplomados que chegam das universidades 
cubanas. Esses novos colegas poderiam reduzir os preços das consultas, ou 
mesmo oferecer gratuitamente uma parte dos seus serviços. Os cuidados 
médicos deixariam, assim, de ser um serviço elitista e comercial.
 
Uma ameaça pesa sobre o reconhecimento no estrangeiro dos diplomas obtidos 
em Cuba. No Chile, muitos jovens formados na ilha não puderam validar seus 
títulos médicos, devido ao preço demasiado elevado dos registros e outras 
diligências burocráticas. Mas, como diz a BBC, se as ordens de médicos da 
América Latina teimam na oposição, "elas encontrariam dificuldades em obter 
o apoio de uma população que cada vez tem menos acessos aos serviços de 
saúde e para quem este projeto aparece como uma pequena luz de esperança na 
escuridão" [6]. A situação mais difícil refere-se aos estudantes de 
nacionalidade norte-americana, que arriscam uma pena de dez anos de prisão e 
multas que podem chegar a 200 mil dólares. As leis do bloqueio proíbem que 
eles entrem em Cuba. No entanto, no seu país, onde 45 milhões de pessoas 
vivem sem cobertura médica, os estudos para se tornar médico custam cerca de 
300 mil dólares.
 
Alguns consideram que essa ajuda "humanitária" seria apenas uma manobra de 
propaganda, um "investimento" que permite ao governo de Havana colher apoios 
diplomáticos inesperados perante a hostilidade persistente dos Estados 
Unidos. Tais pessoas poderiam notar, por exemplo, que a eleição de Cuba para 
o Conselho dos Direitos do Homem das Nações Unidas, criado em março de 2006, 
foi conquistada por voto secreto, com o apoio de menos de 96 dos 191 
Estados-membros da ONU (enquanto as candidaturas da Nicarágua, do Peru e da 
Venezuela, onde o pluralismo político é respeitado, não foram aceitas). Um 
diplomata ocidental reconhece que o envio de médicos cubanos ao estrangeiro 
constitui "uma iniciativa que ajuda tantas pessoas que deveria ser aplaudida 
mesmo pelos inimigos políticos de Cuba".
 
 
Tradução de Marcelo de Valécio marlivre@gmail.com
 
 
[1] Em 2005, os beneficiários do programa encontravam-se nas zonas mais 
necessitadas de seis países latino-americanos e de 20 países africanos. No 
final de 2005, mais de 500.000 partos, 1.657.867 intervenções cirúrgicas e 
quase 9 milhões de vacinas puderam ser realizados e aplicados.
 
[2] De acordo com o relatório financeiro de 2004.
 
[3] Na maior parte dos países da região a operação da catarata custa, no 
mínimo, 600 dólares.
 
[4] Vários projetos unem o governo da Venezuela e o de Cuba. 
Particularmente, o de formar gratuitamente 10.000 médicos latino-americanos 
por ano, ou seja, 100.000 em dez anos, não somente em universidades cubanas, 
mas também em uma infra-estrutura em preparação na Venezuela.
 
[5] Periódico Informativo Oftalmológico, n°37, Buenos Aires, 26 de dezembro 
de 2005.
 
[6] BBC, 5 de abril de 2001.
 

 

 


Escrito por Gê às 21h34
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Época de Verão.

 

Criança, a vida é fácil
Os peixes pulando fora d'àgua
E o algodão, Senhor,
O algodão está alto, Senhor, tão alto.
Seu pai é rico
E sua mãe é de tão boa aparência
Ele parece bem agora
Calma, baby, baby, baby, baby, baby,
Não, não, não, não, não chore
Não chore!
Em uma destas manhãs
Você estará crescendo, cantando animada
Você estará alargando as suas asas,
Criança, e alcançar, alcançar o céu,
Senhor, o céu.
Mas ate esta manhã
Querida, nada vai te causando alarde,
Não chore
Chore.

 

[Sempre Joplin]

 

O Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são longos. Geralmente, o verão é também o período do ano reservado às férias.

 

Curta o verão!!!



Escrito por Gê às 20h39
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MOMENTO DE FELICIDADE

 

No céu ou na Terra
Os anjos choraram
Por que os anjos estão chorando
Num lugar tão cheio de graça
Com felicidade e amor?

Esperança, desejo e oração
De alguma forma, de alguma maneira
Os anjos não vão chorar
Os anjos não vão chorar
Tudo é brilhante
Coração apertado
Com felicidade e amor

 

(Qdo fiz esse blog, disse que jamais colocaria fto.Mas nesses dias ando tão feliz ² que não resisti.)

 

Mil beijos!!!



Escrito por Gê às 21h19
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O dia é de festa! *)

 

Quando eu for grande... vou voar para dentro do sentido do valor de outras pequenas coisas. Sentir que há cortinas que se abrem em sorrisos sob olhares brilhantes. Voltar a ver que o descompasso do bater do coração é apenas da emoção. Por agora quero continuar criança, manter-me na proteção da posição fetal de mão dada com o cordão umbilical... Quero pensar que o sol brilha sobre flores lançadas ao mar... porque o dia é de festa!

Ver nos teus olhos que ainda posso acreditar que há razões para acreditar!



Escrito por Gê às 20h57
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Queria agradecer as pessoas que me indicaram ao prêmio blog cinco estrelas.  

Há dias já era para ter postado meus escolhidos, porém meu tempo anda curto.

Os meus cinco indicados devem conhecer o regulamento que se encontra no blog Nada Pra Mim (http://npramim.blogspot.com/ ), que foi quem criou o prêmio.

 

 

Blogs:

Analu (http://bardaruiva.zip.net/)

My Cat Blog (http://mycatblog.zip.net/)

Handrik World (http://handrikworld.zip.net/)

Pumpkin Juice (http://pumpkinjuice.blogspot.com/)

Rita Luz (http://ritaluz.zip.net/)

 

Sorte à todos!!!

Bjs mil...

 

 



Escrito por Gê às 15h28
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"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso"

 

(Charles Chaplin)

 

 

A partir do momento que decidimos ser felizes nossa busca chega ao fim, já que a felicidade é o próprio caminho.

 

Feliz como nunca...

muito, muito mesmo!



Escrito por Gê às 21h08
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